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A vida é demasiado curta para cafés queimados

- tout court.

A vida é demasiado curta para cafés queimados

- tout court.

...o dobro não, que chegar aos 112 é um bocadinho puxado :p

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Pois que hoje faço anos. E como sempre, estou que não posso, pareço uma gaiata 

Quantos? Olhem para o titulo e dividam por dois. Voilá!

Como sempre, nestas datas fazemos, consciente ou inconscientemente, balanços - e claro que fiz o meu. Olhei só para o último ano, e para ser sincera, não me lembro de estar tão bem como agora, em nenhuma altura da minha vida. Pois sim que a gente vai crescendo (por dentro) e vai deitando fora o que nos faz mal, o lastro que paradoxalmente vamos recolhendo ao longo dos anos. Deixamos de ligar ao que não interessa e a valorizar o que é importante. Mas aconteceram mais coisas durante os últimos 12 meses que ajudaram a que me sinta assim. Atei pontas soltas, rematei costuras. Recuperei pessoas que estando perto, estavam longe - e uma delas foi muitíssimo importante para ficar em paz comigo própria (passe a redundância).

 

Hoje olho para diante. Parece coisa de monsieur de La Palisse, mas o passado fica mesmo lá atrás. Agarro nas minhas pessoas, família mesmo chegada e amigos próximos, no mê hóme e nas minhas crianças, e sigo.

Atrás ficam as pegadas e mais o que já não me interessa. Sinto o presente e sigo em frente, porque é nessa direção que vou. 

 

Muito bem acompanhada por quem eu escolho por companhia.

 

E agradeço à vida tudo o que me deu de bom (e continua a dar), todas as vezes que fiquei de joelhos e me levantei com uma lição aprendida. Porque a dor até faz sentido quando nos faz avançar.

E ficarmos pessoas mais inteiras e mais bonitas. 

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